Galo, campeão do torneio Flanelinha 2018.

Cuca em 2012 disse que o Galo teria um “setembro negro” pela frente, fato que se consumou mais tarde. Se Cuca hoje fosse analisar o Galo, sua conclusão seria que o clube tem um “2018 negro.” E pode piorar ainda mais com a manutenção de Alexandre Gallo como pseudo diretor de futebol.

Enumerar os erros do trio trapalhão é chover no molhado. Mas é sempre bom dar nome aos bois: Sette Câmara, Lázaro Cunha e Alexandre Gallo devem entender de bastante coisa, mas de futebol já percebemos que não entendem. O Galo coleciona vexames. Se no passado o clube tinha o trio maldito que assustava defesas adversárias, hoje o trio maldito destrói nossas semanas, nos envergonhando continuamente.

Ninguém entende a austeridade que resulta em atraso de salários. Ou então um planejamento que desmanche o clube vendendo Guedes, Bremer e Otero durante a parada da Copa, quando o clube era vice líder. Ou como explicar abrir mão da Sul-americana?

A chave de ouro dessa gestão nefasta e vergonhosa é assistir o mês de outubro, onde o rival conquistou mais um título nacional e nós conseguimos a proeza de perder 3 jogos e empatar 1, marcado apenas umas vez. Em outubro jogamos contra Chapecoense, Fluminense, América e Ceará. Que vergonha!

Por favor trio maldito, renuncie ao nosso Galo. Infelizmente o que nos restou para 2018 negro será apenas a flanelinha da vaga guardada para o Santos.

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