Com G6 ameaçado, Thiago Larghi sai vaiado e balança no Galo.

Thiago Larghi caiu de paraquedas na função treinador. De analista de desempenho foi alçado à tapa buracos. Foi ficando, pareceu ter ideias inovadoras e próximo do fim do ano, coleciona vexames. Por muitos meses a imprensa passou pano para a inexperiência do “treinador”, mas com o futebol apresentado atualmente, pensar numa continuidade é inadmissível.
Ao longo do ano, Larghi conseguiu perder um campeonato Mineiro que já estava ganho. Levar uma virada depois de vencer o jogo de ida por 3×1 é para poucos. Na Sulamericana damos um desconto pois a decisão de entrar com time reserva foi da diretoria. Mas dá pra colocar na conta do estagiário o fato do Galo ser eliminado pela Chapecoense na Copa do Brasil. Pra piorar, ao longo do ano foram 4 jogos contra o time catarinense e um total de ZERO vitórias.
Um técnico incoerente, incapaz de repetir escalações. Inseguro, não dá sequência para suas apostas e muda constantemente num rodízio de jogadores inexplicável. Nosso querido Roberto Abras jogou no ventilador que aparentemente o time está sendo escalado por terceiros. Seria Larghi uma marionete de Alexandre Gallo?
Depois de tantas eliminações, a desculpa dada era que o Galo seria um dos “privilegiados” que teria semanas completas para treinar. Mas ao ver o time semana após semana tropeçar contra times horrorosos, a pergunta que todos se fazem é: esse time treina?
Perder para Chapecoense, Vasco, Vitória… A sequência de gols sofridos nos acréscimos dos jogos. Minha resposta é: esse time não treina. Joga no fim de semana, tem folga na 2ª feira, reapresenta 3ª feira para musculação. Treino no campo mesmo só na 4ª feira. Literalmente, Thiago Larghi não treina o Galo, mas empurra com a barriga direto para o precipício um time desinteressado e sem identificação com o Clube e sua história.
É deprimente pensar que Felipão e Cuca estavam livres no mercado e o Galo/Gallo foram incapazes de atrair técnicos vencedores para nosso clube. Voltamos a pensar pequeno. E corremos sério risco de encerrar o ano vendo nosso maior rival campeão de mais uma Copa do Brasil e vencermos o torneio Flanelinha, segurando a vaga na Libertadores para o Santos.
O Galo 2018 dorme em berço esplêndido, e parece que a sonolência começa lá em Lourdes.
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