Tá em crise? Chama o Galo!

Tá em crise? Chama o Galo!

Que o time está passando por uma remontagem e rejuvenescimento para 2019 todo mundo já sabe. Que a zaga é mal formada, todo mundo tá careca de saber. Que Thiago Larghi escala e mexe mal, também não há novidade. Outra coisa que realmente parece não mudar é a capacidade atleticana em ressuscitar defuntos.

Antes da Copa comemorávamos a liderança. Sempre fui pés no chão e sabia ser ilusão. Na parada o G3 estava bacana. Depois o G4 passou a ser objetivo. Agora já é G6… e ameaçado. Daqui a pouco nos contentaremos com uma vaga pra série B da Libertadores, a famosa Sul-americana. Seria um tapa de luva de pelica em nossa arrogante presidência. E mais um ano de castigo para uma torcida que paga 112 mil sócios e apanha mais que mulher de malandro.

Contra o Vasco, a zaga cruzmaltina foi formada por um lateral e um volante improvisados. O 0x0 frustrou a torcida que mais uma vez encheu o Horto e bateu o recorde de público do ano. Já contra o Vitória, não só o resultado foi horroroso como o futebol apresentado tendeu ao desastre. O clube baiano vinha de 4 derrotas e 1 empate. Neilton é o capitão e “craque” do time. O nostálgico dinossauro Carpegiani dirige o Vitória, e fazendo o básico marcando alto sufocou o Galo. Impressionante como Gabriel não tem capacidade para sair com a bola.

Mas precisamos falar sobre nosso ataque. Se até duas rodadas éramos o melhor do Brasil, as partidas recentes demonstram a falta de capacidade e treinamento para furar retrancas. E a total inabilidade em finalizar. Ricardo Oliveira perdeu dois gols cara a cara que camisa 9 de time grande não pode perder. Elias capricha, capricha e não mata; outro que perdeu 3 chances claríssimas.

Infelizmente o Galo paga o preço de um time de aluguel, jovem, sem identificação e repleto de jogadores emprestados tentando mostrar valor. Não vibra, não mostra raça e enfeita sem razão. Um amontoado de jogadores “bonzinhos” demais, que não tem maturidade e psicológico pra segurar resultados e que agora periga perder o único objetivo aceitável no ano, uma vaga na Libertadores.

Nada está tão ruim que não possa piorar. Tá em crise, chama o Galo.

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